Pessoas, oportunidades e a vida.
Parte do pensamento
Uma vez li uma crítica sobre a filosofia existente no filme Matrix e de como a cultura pop pode ser cruel com as velhas correntes filosóficas. A crítica versava sobre a frase de Morpheus: “Algumas coisas nunca mudam. Já outra mudam.” Dizia que se formos buscar no budismo, fonte filosófica de grande utilização no filme, não encontraríamos nada a esse respeito, já que para o budismo tudo muda o tempo todo.
O que deveria ser o pensamento
Nada é inerte.
As coisas mudam ao seu prazer e não há nada que façamos para que elas se invertam.
Foi assim na esfera da evolução dos seres e continuará a ser daqui e milênios. Independente da vontade atrasada do homem.
Eu acabei de chegar de uma viagem. Muito mais de pensamento. E vinha pensando com as costuras de minha camisa. Com a sujeira de meus sapatos. Com a comida em minha barriga.
Mas pensar pra que?
As coisas simplesmente mudam. As pessoas mudam. E nessa conclusão inóspita chego à terrível objetiva de que eu também mudei.
Ainda bem! (ou como diria Caetano: “ou não”)
Quero novos desafios, novos objetivos e novos objetos. Quero novas responsabilidades, novas escolas e novos pensamentos. Quero mais pessoas, mais questionamentos e muito mais fidelidade.
Só uma coisa não quero mudar. Quero continuar tendo todos por perto, mesmo os que se acham longe. Quero os que a distância corroeu. Os que a diferença os afastou. Apenas disso quero mais do mesmo. Apenas.
E se a felicidade não percorrer esses caminhos o que se há de fazer? Não posso ser irresponsável com o que acredito. Quero sofrer menos com minhas decisões. E acho que estou cansado demais pra explicar tudo isso agora.
STORTO... 06-02-11



Comentários
Postar um comentário