Crer, acreditar e Ser
Impressiona-me a insustentável leveza do Ser.
Quão grande é a vulnerabilidade de nossas crenças,
Quão feroz é a insatisfação de nossas verdades...
Ter circo e não acreditar no palhaço que interpretamos (...),
É acreditar na fé que nunca tivemos...
Que nunca seremos...
Muitos andam como um elefante, presos por convenções que o aprisionam em algo que parece o chão (...),
Muitos como um saco plástico, que voa ao sabor do vento,
À possibilidade do amanhã...
Não consigo definir se é melhor acreditar que tenho crenças ou se não as tenho,
(...) Se acredito somente em mim.
STORTO... Abril-2010



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