Solidão e só
"Solidão, que poeira leve..."
Felicidade... e ainda o avesso do avesso...
Queria eu, felicidade doutros tempos,
Quente, simples, imaterial.
De certezas cândidas, serenas.
De uma paz clara...
De outra realidade, por vezes menor, se faz o presente...
Drenado pelo desgaste,
Dilacerado pelos erros, já tão comuns na jornada,
Vejo o negrume das noites tornando meus dias diminutos,
Num espetáculo horrendo de sonhos desfeitos, de vidas
encurtadas, de amores perdidos... (fim...)
Paro.
E recorrendo a arte lembro que: "Do fundo do poço só
tem saída por cima", que "na vida quem perde o telhado, em troca
recebe as estrelas", e que por isso mesmo, "o sol, ha de brilhar mais
uma vez"...
Continuaremos!
Storto.´. 18-11-13



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