...se numa primavera de paixão e glória... (ou uma breve descrição dos motivos)


O mito da marselhesa!

Avante! Avante! Gritou o impetuoso.
E como que intempestivamente fui! E irei!
Subindo colinas abertas,
Vales algozes,
Desfraldando ventanias.

Avante! Avante! Gritava incessantemente.
E com os ouvidos atentos ouvindo o rufar dos tambores!
Abrindo clareiras ao vento,
Cultivando arvores,
Semeando aptidões.

Avante! Avante! Pensava silenciosamente.
E como conhecidos éramos, nada mais precisava!
Navegamos ferozmente,
Descobrindo ilhas,
Desvendando imensidões.

Avante! Avante! Repete sempre que me esqueço...

Disse-me ele, que ouviu de um marinheiro que já não conta suas histórias, que o guerreiro nunca se cansa. Nunca se acaba. Jamais desiste. 
Que as intempéries do tempo vão e voltam como o tempo.
Que as pessoas são como são e ponto.

Disse que é de sua natureza chamar, por isso grita quando não vou:
Avante! Avante! Gritou o impetuoso.
E como que intempestivamente fui! E irei!
Pois não posso mais ir onde meu coração não está.

Storto... 02-10-12

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